terça-feira, 29 de maio de 2007

Saudade...


Uma das palavras mais presentes na poesia de amor da língua portuguesa e também na música popular, "saudade", só conhecida em português, descreve a mistura dos sentimentos de perda, distância e amor.

Diz a lenda que foi cunhada na época dos Descobrimentos e no Brasil colônia esteve muito presente para definir a solidão dos portugueses numa terra estranha, longe de entes queridos. Define, pois, a melancolia causada pela lembrança; a mágoa que se sente pela ausência ou desaparecimento de pessoas, coisas, estados ou ações. Provém do latim "solitáte", solidão.


Saudade é uma espécie de lembrança nostálgica, lembrança carinhosa de um bem especial que está ausente acompanhado de um desejo de revê-lo ou possuí-lo. Uma única palavra para designar todas as mudanças desse sentimento é quase exclusividade do vocabulário da língua portuguesa em relação às línguas românicas; há mesmo um mito de que seja intraduzível. Porém, assim não acontece no que diz respeito à língua romena, em que existe a palavra "dor", correspondente semântico perfeito da "saudade" portuguesa (em romeno, a palavra portuguesa "dor" traduz-se por "durere"). Em galego existe a mesma palavra saudade, por vezes na variante soidade; os galegos também usam a palavra morriña ou morrinha com um significado parcialmente coincidente. Em crioulo cabo-verdiano existe a palavra sodade ou sodadi, directamente derivada da portuguesa saudade e com o mesmo significado.

Recentemente, uma pesquisa entre tradutores britânicos apontou a palavra "saudade" como a sétima palavra de mais difícil tradução.

A palavra vem do latim "solitas, solitatis" (solidão), na forma arcaica de "soedade, soidade e suidade" e sob influência de "saúde" e "saudar". No fado e na música popular, a saudade e a partida são temas constantes.

Pode-se sentir saudade de muita coisa:

  • de alguém falecido.
  • de alguém que amamos e está longe ou ausente.
  • de um amigo querido.
  • de alguém ou algo que não vemos há imenso tempo.
  • de alguém que não conversamos há muito tempo.
  • de sítios (lugares).
  • de comida.
  • de situações.

A expressão "matar a saudade" (ou "matar saudades") é usada para designar o desaparecimento (mesmo temporário) desse sentimento. É possível "matar a saudade", e. g., relembrando, vendo fotos ou vídeos antigos, conversando sobre o assunto, reencontrando a pessoa que estava longe etc.

"Mandar saudades", por exemplo no sul de Portugal, significa o mesmo que mandar cumprimentos.

A saudade pode gerar sentimento de angústia, nostalgia e tristeza, e quando "matamos a saudade" geralmente sentimos alegria.

Em Portugal, o Fado está directamente associado com este sentimento. Do mesmo modo, a sodade cabo-verdiana está intimamente ligada ao género musical da morna.




Eu simplesmente MORRO de saudade de muita coisa.

Mesmo.

As em vermelho, são as que eu mais sinto.

E Eu to extremamente irritada, pq preciso matar a saudade de tudo, de todos...

=/

ô vidinha viu!



sábado, 26 de maio de 2007

GULA (assim, tudo maiúsculo)!!

Me sinto um hipopótamo.
Comemos um quilo de pão de queijo em 4 mulheres. Sinto que vou explodir.
Não sei se foi a mistura com o chocolate quente, mas não me sinto muito bem agora.
Aquela sensação de que não dá pra sentar, mas o corpo não consegue permanecer em pé.
Gorda.
Cheguei no auge dos meus 67 quilos.
O máximo até hoje.
Apesar de ter quase um e oitenta de altura, não me sinto assim, tão bem distribuída quanto deveria.
Já fiz todos os regimes que qualquer mortal faria, líquida, sopas, dieta da lua, do sol, das estrelas, dos pontos, vigilantes do peso, já tomei coscarque, emagrecim, e sibutramina.
Completamente fora do corpo, eu admito, mas não dá. Eu não sei mais emagrecer. Meu corpo estaciona.
E eu como...ah como como!
Domingo, os meninos brincaram, que ninguém ia casar comigo, pq eu dou prejuízo pra comer.
O que me mata é a tal da coca-cola.
COMO EU AMO.

E os doces, pães de queijo, salgadinhos, crepes, sorvetes, pastéis, lanches, tortinhas e bla bla bla
e a tal tortinha de maçã do Mc? ahhh meu Deus...aquilo foi criado por Satanás pra fazer nossos corpos cederem ao pecado da gula.


^^
Enquanto isso, eu vou vivendo minha vidinha de caminhar dois dias e ficar 45 sem caminhar...de fazer uma semana de academia e travar as costas..de usar calças 44 e calcinha GG.


=/


Mas eu supero.
Juro.

quinta-feira, 24 de maio de 2007

Homens, Amigos, Frio, Vinho, e cobertores (de orelha por favor)

Eu sinceramente, não entendo os homens.
Já disse isso.
Acho que todos os meus posts deveriam começar com essa frase.
É.
Ontem, frio bagaralho, fui na feira comer com meus amigos homens.
Tá..um deles não tão amigo assim. ^^
Aliás, eu queria que ele não fosse meu amigo, mas ele insiste.
Tudo ar-ma-dinho. Desde cedo.
E furou.
Sim, todo mundo bêbado, combinado..e nada.
E sou obrigada a ouvir no último abraço da noite:
-É. Nem um beijo vc me deu né?

PORRA MEU.
e acordar com uma msg no celular hoje cedo perguntando se eu fiquei de ressaca, e me desejando bom dia.

VAI ENTENDER, PUTA QUE O PARIU.

eu desisto.
é.

quarta-feira, 23 de maio de 2007

Sobre amigos distantes.próximos.distantes.próximos.

Meu ex mais ex de todos os ex's do mundo (ex tem plural?), uma vez me mandou um cartão de dia dos namorados dizendo "Para estar junto, não é preciso estar perto. Basta estar do lado de dentro."

E hoje, eu sei que ele tá certo. Na verdade eu sempre soube.

Meus amigos mais distantes tem sido os meus amigos mais fiéis e presentes.

Curtinho de novo hoje.
pq o melhor de tudo já tá aqui ó:




terça-feira, 22 de maio de 2007

Pensando bem, eu gosto mesmo de você.

Pensando bem eu não tenho o que falar hoje.
mas botei vídeozinho novo no meu orkut e gosto da musiquete.

http://www.youtube.com/watch?v=KgiIYX3bv_U

e por assim dizer..não é que tem um certo cowboy me dando raiva?

Curta e grossa hoje.

segunda-feira, 21 de maio de 2007

Sou legal, e pode ser que eu esteja te dando mole.

A questão é:
Onde fica o fim da tênue linha entre ser legal com alguém, e passar a dar mole?

Eu sou legal com as pessoas. Na grande maioria do tempo. Bem de vez em quando eu surto e mando todo mundo à merda, mas como eu sou uma menina educadinha, eu sempre volto pedindo desculpas.

O problema é: eu passei tanto tempo defendendo a minha amizade com os homens, que quando eu realmente to dando moral, eles acham que eu só to sendo legal.
Eu cansei de ser legal hoje.
Eu cansei de ser engraçadinha e os caras me dizerem depois:
-Pô, vc é tão legal né?
Me arruma sua amiga agora..aquela ali não tão legal sabe?



Vai tomar no cú.


sábado, 19 de maio de 2007

Ressaca!

Devo admitir que sou do tipo que bebe pra lembrar, por que beber pra esquecer não faz meu gênero.
As coisas mais engraçadas e mais históricas que fiz na vida, foram num alto grau alcoólico.
Confio nas máximas "Quem não bebe não tem história" e "Nunca fiz amigos bebendo leite". Aliás, até fiz, mas era leite+chocolate+vodka de baunilha.
Apesar de sempre achar que tudo roda demais, ontem saí "só um pouco" da linha com a tal da Catuaba. O problema nem foi a velocidade com que o mundo girava em volta do meu umbigo, mas a risada dos meninos quando eu chamei um deles pra dar uma volta de carro depois de um litro.
Claro que as intenções podiam não ser das melhores, (tá, já admiti), mas não era assim também nenhum estupro. HO HO HO.
Tá...o post é sobre ressaca e não sobre bebedeira.
O que tá me incomodando hoje é a garganta amarrada, (parece que engoli uma esponja), a dor de cabeça (tem alguém com uma agulha de tricô no meu cérebro, saiam daí duendezinhos verdes), o estômago embrulhado (e o assunto ali da cozinha era dobradinha pra ajudar...), e todos os outros sintomas provenientes da ressaca.
Como diriam os mais adiantados, a ressaca moral é pior que a ressaca física...lembrar o que você disse na noite anterior, pra quem disse e como disse...
Por exemplo, me dei conta que dancei muito tempo em cima do sofá da balada, ao lado de uma amiga casada, paquerando o vocalista da banda, que inclusive fica muito bem de camisa brilhosa ^^
Analisando friamente minhas atitudes alteradas, me lembro de ter dançado no colo do meu amigo, me esfregado com meia dúzia de outros amigos, (tudo na brincadeira, claro). Me lembro de ter fofocado sobre uma amiga, tentado persuadir uma outra a cometer adultério (não se joga fora assim um cara de dois metros e dez de altura certo?), ainda me lembro de não ter forças pra atender o celular que tava dentro da bolsinha, dentro da bolsa (muito zíper pro meu grau). E vagamente me lembro de ter olhado no espelho ao chegar em casa e ter percebido que eu tava parecendo um panda. MALDITO RIMEL.
Hoje eu não funciono. Olho o contrato que tá na minha frente, e não consigo parar de digitar aqui, e trabalhar direitinho.
Enrolei brincando até com o neto do patrão hoje, mas não tem jeito. Hoje é sábado, e aí, hoje a noite, a brincadeira é lembrar as pessoas da noite de ontem. Claro, sempre com acréscimos.
Ho ho ho.

sexta-feira, 18 de maio de 2007

Baseado em Teikerize. :)

Viciei.
Isso mesmo, viciei nessa bosta desse orkut, e agora não tem jeito.
Vou ter que admitir que tenho 5 perfis diferentes entre o real e os fakes, sou dona de algumas comunidades, e no perfil real, quase mil amigos.
Já tive 11 blogs simultaneamente, e naquela época, admito, era bem mais criativa.
Entre fotologs e coisas do gênero, me perco entre meus logins, senhas e e-mails.
Ontem quase perdi esse blog novinho em folha. Vê se pode.
Foi quando caiu a ficha de que não vivo mais sem o orkut.
Entrei em Julho de 2004, logo no comecinho, e ninguém quase sabia usar. Só tinha a versão em inglês, e eu cansei de ajudar minhas amigas que não sabiam ler nada do que estava escrito lá.
De lá pra cá eu fiz milhares de bobeiras, descobri muita coisa, fui desmascarada em algumas fitas erradas e tudo o mais. Tudo pelo orkut. Ele já me fez terminar namoros, começar namoros, fazer novos amigos, brigar com velhos amigos...
Não sou do tipo que apaga os recados, principalmente pq acho que os recados antigos fazem parte da minha memória, das minhas lembranças. Muita coisa boa perdidinha ali. Não tenho coragem de apagar.
(Meu Deus, como eu mudo de assunto).
O post era pra falar disso, que baseado no blog do meu fofíssimo, queridíssimo, imprescindível amigo Nil, eu ontem, numa conversa de msn, só conversava por comunidades.
Eu colava uma, o cara respondia com outra, e assim ficamos a tarde inteira. (Sim, eu trabalho tá!!!)
E o assunto só acabou quando eu disse: - Será que você pensa em mim?
E ele respondeu: - Não achei uma comunidade pra responder a sua, mas a resposta é sim.
Há!
E o assunto se foi.
Agora me diz: Como é que faz? Se o orkut bugar um dia e não voltar mais, eu surto, morro, tenho um troço, um treco, um piti nervoso, uma alucinação, uma convulsão e caio dura e seca nesse chão brega de onde eu trabalho. Já pensou?

Porrrr favorrr...

Bom, no orkut eu achei todos os meus amigos antigos, de jogos, de escola, de cidades onde morei. Reencontrei antigos casos de amor, e tudo que se pode conseguir tirar do orkut, com certeza eu já tirei.
Agora é esperar. Ou o vício passar, ou o meu chefe descobrir que eu fico no orkut o dia inteiro (sim, é proibido) e me mandar pra casa onde a net é discada.
Isso ainda existe, creia!
Acho que já falei de mais por agora.
Beijos, e vou trabalhar agora...afinal, eu tenho que ter uma grana pra continuar loira, grande e gostosa. Tá, não tão loira quanto antigamente, mas isso é assunto pra outro post.
:*

quarta-feira, 16 de maio de 2007

Sobre Músicas e Homens (e acaba sendo a mesma coisa)

Uma fase negra toma conta de mim. Devo mesmo ser muito complexa. Nesse momento faço minha colega de trabalho ouvir o cd inteiro de Victor e Léo. Sim, sertanejo corno chororô.
Devo admitir que ando vivendo de fases, e que adoro um cowboy. HO HO HO.
Na verdade devo admitir que ando gostando de cowboys, fritos, rocker´s, forrozeiros, e coisas do gênero. E quem não gosta não é bebé?
Todos eles tem uma boa dose de coisas boas.
Quem é que não gosta de ver os cowboys em suas calças justas e de pegadas fortes. (só não me chame de cavala, por favor.)
Quem é que não gosta dos trancers, etc e tal dançando freneticamente sem camisa sob a luz do sol escaldante de uma rave. Hummm...minha imaginação voou. Meu Deus...comecei falando de fases musicais e mudei radicalmente de assunto.
A diferença gritante entre os dois gêneros de homens descritos acima é que: se você quer pegar alguém, então escolha a festa sertaneja. Nas raves, o máximo que você consegue é um cara se mordendo, e pedindo desculpas no dia seguinte por não ter conseguido conversar com você.

Além do que, num caso com um cowboy você ainda pode dizer que tal música te lembra ele. No caso dos nossos amigos fritinhos (mal passados pra mim por favor), se um prato cair no chão e fizer um TUNTS, você há de se lembrar de qq coisa. ho ho ho